Organizados ou não eles passam como um tornado, rápido e constante,
as vezes até fatais. Não se deixam perceber pelo tempo e velocidade
em que passam. A cada dia mais constante e a cada dia mais rápido,
ele se deixa desperceber pela sua forma rotineira.
A quanto tempo já não se da mais tanto tempo a sí mesmo?
Sempre aos outros e aos seus deveres diarios, quando é que
vai dar tempo a sí mesmo? Isso ainda será uma incognita por um
bom tempo, estou certo?
O flautista entoa a canção para parecer que estás fazendo algo por
sí mesmo quando na realidade, nunca houve nada sobre você.
Ele nunca entoa alegria e felicidade em suas canções e agora com
o seu bandolim. É ele quem dita o seu ritmo, tempo e compasso.
E olhe quem vem alí com o seu espirito sarcastico porém com
sentimentos impuros e não beneficos. Ele tras consigo a própia
dança da vida, marca o tempo onde as coisas devem ou não acabar.
Para uns e para outros ele sempre será odiado. mas nunca aclamado.
Sempre se passa a impressão que na dança dos dias quem marcasse
ritmo desta dança fossem nós mesmos. O própio protagonista de sua vida.
Que nunca percebe o tempo em que ja deveria ter tomado o controle de sua
vida e seguir o seu própio destino, sem rumo certo, mas exatamente para onde
ele queira ir.
O Flautista e o Grande Senhor da guerra não desistem nunca de leva-los ao
caminho que querem. Seja pelo rio negro ou pelo rio vermelho sempre haverá
desconfiança E desistencia. Em um filme onde a trilha sonora toda é tocada
por um musico renomado, e onde todas as batalhas travadas são decididas
pelo Grande Senhor. É difícil encontrarmos um modo de reação.
Mas como todo plano e estratégia sempre tem um ponto fraco. Não é diferente
nesse caso também. Lembre-se que cada ação sempre tem uma reação contraria,
e é exatamente nesse reação contraria onde você deve se concentrar.
Pode não ser a grande solução de todos os seus problemas. Mas pode ser
a solução que da sua vida. Tudo oque você precisava para sair deste transe.
Os dias tem um ritmo certo e são regidos por grandes forças aleatórias. Lembre-se
então de marcar o seu própio ritmo mas sempre se baseando nessa força aleatória
Pois você pode sempre dançar em um compasso diferente, mas nunca pode sair
do ritmo da melodia. Os pensamentos podem sempre atrapalhar suas ações.
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Homem em mar ( Buscas perdidas )
Há um homem totalmente guiado por suas emoções.
Ontem ele teve um sonho estranho... viu imagens embrarassadas
não sabia descreve-las bem como eram e além das imagens
havia em cima e embaixo de mim tudo azul.
E não há nada mais nos horizontes, e nunca houve nada
em grandes escuridões. Mas há o medo, e há também
o encontro com o desconhecido, oque proporciona
estranhas sensações.
Então estava vulneravel correu para o mar, pensando em que naquele
lugar estaria de fato seguro. Ele comprou pão e água para permanecer
semanas sem a necessidade de voltar para a terra.
Quando finalmente olha para o leste se depara com um grande mar azul,
o seu espirito pede para que ele parta naquela direção; e então ele parte.
O caminho não era tão curto e tão pouco tao prazeroso como parecia.
E então oque começou sendo uma escapatória um lugar para se amparar,
tornou-se o seu tormento diário.
Quando as luzes estão todas acesas e o sol está a brilhar nos passa uma
estranha, porém, boa sensação de desconhecimento. É nesse momento
em que a boa sensação se torna um louco pesadelo, uma busca insassiavel
por respostas que não podem JAMAIS serem respondidas. E se forem
tenha certeza que é tudo falso.
O vento bate na vela do seu barco e ele parece já não mais está tão feliz.
muito pelo contrário, parece estar fraco, cansado e abatido pelo excesso de calor
e as náuseas que o mar lhe causa. Então, finalmente decide voltar da sua busca
pelo seu amparo. E cai nele novamente o peso de suas duvidas.
Dúvidas.... duvidas que respondidas ou não, tinham que ser saciadas.
pensou no sonho que teve outro dia e lembrou que a estranha sensação
de medo misturado com tudo que via de ruim era azul...
Azul como a água do mar onde foi se refugiar e em cima era azul
como o céu do mar.
Há um grande dominador do mar, ele consegue finalmente achar o ponto
certo de vento e marés. Ele consegue com só um sopro mudar todo o
percurso de grandes navegações e com um só sopro agitar todo o oceano
e mar.
Percebeu então que todas as dúvidas, medo, ansia e agonia vinham
de um só lugar. Que era exatamente o ponto crítico de desespero em que
ele estava naquele momento. E voltando a terra firme decidiu não mais
agir por desespero, ele só conseguia piorar mais ainda a sua mente.
Ontem ele teve um sonho estranho... viu imagens embrarassadas
não sabia descreve-las bem como eram e além das imagens
havia em cima e embaixo de mim tudo azul.
E não há nada mais nos horizontes, e nunca houve nada
em grandes escuridões. Mas há o medo, e há também
o encontro com o desconhecido, oque proporciona
estranhas sensações.
Então estava vulneravel correu para o mar, pensando em que naquele
lugar estaria de fato seguro. Ele comprou pão e água para permanecer
semanas sem a necessidade de voltar para a terra.
Quando finalmente olha para o leste se depara com um grande mar azul,
o seu espirito pede para que ele parta naquela direção; e então ele parte.
O caminho não era tão curto e tão pouco tao prazeroso como parecia.
E então oque começou sendo uma escapatória um lugar para se amparar,
tornou-se o seu tormento diário.
Quando as luzes estão todas acesas e o sol está a brilhar nos passa uma
estranha, porém, boa sensação de desconhecimento. É nesse momento
em que a boa sensação se torna um louco pesadelo, uma busca insassiavel
por respostas que não podem JAMAIS serem respondidas. E se forem
tenha certeza que é tudo falso.
O vento bate na vela do seu barco e ele parece já não mais está tão feliz.
muito pelo contrário, parece estar fraco, cansado e abatido pelo excesso de calor
e as náuseas que o mar lhe causa. Então, finalmente decide voltar da sua busca
pelo seu amparo. E cai nele novamente o peso de suas duvidas.
Dúvidas.... duvidas que respondidas ou não, tinham que ser saciadas.
pensou no sonho que teve outro dia e lembrou que a estranha sensação
de medo misturado com tudo que via de ruim era azul...
Azul como a água do mar onde foi se refugiar e em cima era azul
como o céu do mar.
Há um grande dominador do mar, ele consegue finalmente achar o ponto
certo de vento e marés. Ele consegue com só um sopro mudar todo o
percurso de grandes navegações e com um só sopro agitar todo o oceano
e mar.
Percebeu então que todas as dúvidas, medo, ansia e agonia vinham
de um só lugar. Que era exatamente o ponto crítico de desespero em que
ele estava naquele momento. E voltando a terra firme decidiu não mais
agir por desespero, ele só conseguia piorar mais ainda a sua mente.
domingo, 30 de maio de 2010
Véu de papel.
Ela ainda está a usar o seu véu de noiva
sem medo corre diante de uma multidão auvoriçada.
ela escuta o coral a questionando enquanto ela foge de todos
Assim foi e assim sempre será em momentos em que nos espantamos com
o mundo e com as coisas ao nosso redor. assim foi, assim é e sempre será...
Corra pra bem longe, e quanto mais longe ela corre mais se aproxima
da escuridão. Ela quer ter de volta o seu tão sonhado vestido.
e ele foi perdido enquanto ela andava pela grande escuridão
É normal vozes sussurarem sempre algo em ouvidos que estão abalados
pois eles sempre irão dar a razão ao que a voz fala. E assim darão razão
as vozes que lhe fazem pensar e se lamentar o própio mal...
Pode-se escutar o seu lamento, o seu choro ecoa alto pela escuridão
se espande e se perde como se ela estivesse só naquele lugar.
Não adianta ligar as luzes pois ela não consegue a ver, foi tomada por completo.
De tempos em tempos haverá choros de lamento, lágrimas pura escorreram
e limparam quem sabe oque há de impuro em sua mente.
Ela está perdida em seu própio mundo, onde alguém a atormenta fazendo criticas
e cada vez mais alto dizia que era pra ela devolver oque não lhe pertencia.
Ela corre da sua própia essencia, e cada vez mais está se afogando em seu própio
mar de desespero.
Mas em sua mente escuta alguem afirmar que o véu é de papel assim como o vestido.
e ela ja não consegue entender oque estava tentando salvar ou proteger. começou a
se perguntar se aquele véu realmente tinha tanto valor.
E chega a um ponto em que finalmente tem certeza, de que tudo que reluz, é ouro
Um sentimento estranho onde não da da mais para definir o puro do impuro
o bem do mal... Não está mais em condições de julgar nada.
Então finalmente ela pede para o maestro e sua orquestra composta por flautas
para pararem de executar a canção... E em um ritmo lento tudo se organiza.
E ela percebe que realmente o véu era de papel e tudo oque a pertubou por tanto tempo
era tão superficial... Mas quando irão lançar a próxima flexa da perdição?
Os raios indicam que haverá pouco tempo até a próxima flecha ser lançada.
Mas até lá irá demorar. Finalmente ela cai em sí, e devolve o véu a quem ele realmente pertencia.
E volta para casa.
sem medo corre diante de uma multidão auvoriçada.
ela escuta o coral a questionando enquanto ela foge de todos
Assim foi e assim sempre será em momentos em que nos espantamos com
o mundo e com as coisas ao nosso redor. assim foi, assim é e sempre será...
Corra pra bem longe, e quanto mais longe ela corre mais se aproxima
da escuridão. Ela quer ter de volta o seu tão sonhado vestido.
e ele foi perdido enquanto ela andava pela grande escuridão
É normal vozes sussurarem sempre algo em ouvidos que estão abalados
pois eles sempre irão dar a razão ao que a voz fala. E assim darão razão
as vozes que lhe fazem pensar e se lamentar o própio mal...
Pode-se escutar o seu lamento, o seu choro ecoa alto pela escuridão
se espande e se perde como se ela estivesse só naquele lugar.
Não adianta ligar as luzes pois ela não consegue a ver, foi tomada por completo.
De tempos em tempos haverá choros de lamento, lágrimas pura escorreram
e limparam quem sabe oque há de impuro em sua mente.
Ela está perdida em seu própio mundo, onde alguém a atormenta fazendo criticas
e cada vez mais alto dizia que era pra ela devolver oque não lhe pertencia.
Ela corre da sua própia essencia, e cada vez mais está se afogando em seu própio
mar de desespero.
Mas em sua mente escuta alguem afirmar que o véu é de papel assim como o vestido.
e ela ja não consegue entender oque estava tentando salvar ou proteger. começou a
se perguntar se aquele véu realmente tinha tanto valor.
E chega a um ponto em que finalmente tem certeza, de que tudo que reluz, é ouro
Um sentimento estranho onde não da da mais para definir o puro do impuro
o bem do mal... Não está mais em condições de julgar nada.
Então finalmente ela pede para o maestro e sua orquestra composta por flautas
para pararem de executar a canção... E em um ritmo lento tudo se organiza.
E ela percebe que realmente o véu era de papel e tudo oque a pertubou por tanto tempo
era tão superficial... Mas quando irão lançar a próxima flexa da perdição?
Os raios indicam que haverá pouco tempo até a próxima flecha ser lançada.
Mas até lá irá demorar. Finalmente ela cai em sí, e devolve o véu a quem ele realmente pertencia.
E volta para casa.
sábado, 29 de maio de 2010
Onde tudo começa e termina...
Casa, lugar nostalgico que contém boas e más lembranças
de onde tudo começou, e onde tudo irá terminar...
Ainda nao decidi o rumo a qual tomar estou indo no preto...
no preto.... e no preto eu me perco, e no preto eu me acalmo.
Calma, tudo isso é passageiro e não há como saber quando
ou o tempo certo que irá acabar mas tudo vai acabar.
e vai haver uma batalha e essa batalha decidira qual vai ser
o destino final.
Peço ao flautista que por favor pare de tocar esta maldita canção
nao preciso dela para nada. Não sinto a falta nem do som da sua flauta
e do seu bandolim.
Digo ao maldito que jogou a flecha para jogar denovo a atingir dessa vez
o alvo certo, e que o flautista não toque mais e nem volte a tocar.
Vou caminhar, em rumo a algo desconhecido o meu subconciente
tem medo dessa nova rota e me avisa para desistir dela. mas já é tarde.
tarde demais até. já dei o primeiro passo e daqui em diante irei dar o segundo
o terceiro e assim sucessivamente.
Estou em guerra com ele, tudo ja foi anunciado e não tem mais volta.
tente me prender nesse grande espaço no meio de nada com todos os cadeados
e trancas que tiver mas não irá me deter.
É agora que vou começar a desfrutar do gosto do novo mel, doce e que não me fará
enjoar.
Já que está tudo tão decidido me encontro na porta de uma casa
Bela casa. Minha casa.
Percebo então que a batalha de verdade começa agora. Os tambores anunciam
que agora tudo irá começar.
de onde tudo começou, e onde tudo irá terminar...
Ainda nao decidi o rumo a qual tomar estou indo no preto...
no preto.... e no preto eu me perco, e no preto eu me acalmo.
Calma, tudo isso é passageiro e não há como saber quando
ou o tempo certo que irá acabar mas tudo vai acabar.
e vai haver uma batalha e essa batalha decidira qual vai ser
o destino final.
Peço ao flautista que por favor pare de tocar esta maldita canção
nao preciso dela para nada. Não sinto a falta nem do som da sua flauta
e do seu bandolim.
Digo ao maldito que jogou a flecha para jogar denovo a atingir dessa vez
o alvo certo, e que o flautista não toque mais e nem volte a tocar.
Vou caminhar, em rumo a algo desconhecido o meu subconciente
tem medo dessa nova rota e me avisa para desistir dela. mas já é tarde.
tarde demais até. já dei o primeiro passo e daqui em diante irei dar o segundo
o terceiro e assim sucessivamente.
Estou em guerra com ele, tudo ja foi anunciado e não tem mais volta.
tente me prender nesse grande espaço no meio de nada com todos os cadeados
e trancas que tiver mas não irá me deter.
É agora que vou começar a desfrutar do gosto do novo mel, doce e que não me fará
enjoar.
Já que está tudo tão decidido me encontro na porta de uma casa
Bela casa. Minha casa.
Percebo então que a batalha de verdade começa agora. Os tambores anunciam
que agora tudo irá começar.
terça-feira, 25 de maio de 2010
O musico e a Solitária senhora.
Ela passa sem ser notada
atravessa ruas, praças e avenidas invade os horizontes.
E depois vai se deitar como se nada tivesse acontecido.
Faz isso todos os dias, de uma forma diferente
a cada nascer do dia. Oh, não! Quem sabe não será hoje
que irá encontrar o seu destino inevitavel...
Congela-se o tempo e espaço de onde ela tinha passado.
E todos percebiam que dela vinha bons sentimentos
era amada e idolatrada.
No por do sol do dia seguinte os passaros passeavam pelo céu
sem destino certo. Felizes eram eles por poder escolher o lugar
onde ficar e o próximo destino onde queiram ir.
Passeava pela madrugada um grande musico, renomado e muito
conhecido. Mas não naquela região onde ele acabou de chegar.
Ela resolveu no nascer do sol do outro dia, passear pela margem do rio...
E lá estava um homem branco de cabelos negros, a tocar seu bandolim
que não era novo, mas bom o suficiente para dele tirar-se um som muito harmonioso.
E ela vendo-o tocar tão perfeitamente o seu instrumento foi em direção a ele.
Mas quando estava indo em direção a ele tropeçou em uma rocha, e caiu no rio
que logo adiante havia uma grande queda d'água.
E ele ficou a tocar o seu bandolim e a observar aquela mulher tão solitária, porém,
muito amada e aclamada naquela cidade, despencar de uma enorme queda d'água
Ainda com o seu bandolim foi avisar ao vilarejo em que estava próximo sobre o acidente
daquela senhora, a quem todos tinham enorme carinho e admiração.
E no seu enterro lá estava ele tocando a mesma musica do dia em que ela
anciosa para ouvir a bela melodia tropeçou em uma rocha e caiu no rio.
Pouco tempo depois todos já haviam esquecido da senhora que havia morrido
naquele outro dia; E agora aclamavam e veneravam ao grande musico.
Antes sequer não conhecido pela cidade.
atravessa ruas, praças e avenidas invade os horizontes.
E depois vai se deitar como se nada tivesse acontecido.
Faz isso todos os dias, de uma forma diferente
a cada nascer do dia. Oh, não! Quem sabe não será hoje
que irá encontrar o seu destino inevitavel...
Congela-se o tempo e espaço de onde ela tinha passado.
E todos percebiam que dela vinha bons sentimentos
era amada e idolatrada.
No por do sol do dia seguinte os passaros passeavam pelo céu
sem destino certo. Felizes eram eles por poder escolher o lugar
onde ficar e o próximo destino onde queiram ir.
Passeava pela madrugada um grande musico, renomado e muito
conhecido. Mas não naquela região onde ele acabou de chegar.
Ela resolveu no nascer do sol do outro dia, passear pela margem do rio...
E lá estava um homem branco de cabelos negros, a tocar seu bandolim
que não era novo, mas bom o suficiente para dele tirar-se um som muito harmonioso.
E ela vendo-o tocar tão perfeitamente o seu instrumento foi em direção a ele.
Mas quando estava indo em direção a ele tropeçou em uma rocha, e caiu no rio
que logo adiante havia uma grande queda d'água.
E ele ficou a tocar o seu bandolim e a observar aquela mulher tão solitária, porém,
muito amada e aclamada naquela cidade, despencar de uma enorme queda d'água
Ainda com o seu bandolim foi avisar ao vilarejo em que estava próximo sobre o acidente
daquela senhora, a quem todos tinham enorme carinho e admiração.
E no seu enterro lá estava ele tocando a mesma musica do dia em que ela
anciosa para ouvir a bela melodia tropeçou em uma rocha e caiu no rio.
Pouco tempo depois todos já haviam esquecido da senhora que havia morrido
naquele outro dia; E agora aclamavam e veneravam ao grande musico.
Antes sequer não conhecido pela cidade.
sábado, 22 de maio de 2010
Código de barras ( código da vida )
Faz tempo em que vivo com o nada e o nada constantemente foge de mim
mas na cegueira busca-se o nada e encontramos as vezes tudo.
Mudamos constantemente nossos gostos e opiniões, mas raramente mudamos
a rotina ela é algo mais complexo em que não encontramos um jeito certo para sair dela.
Afinal, cada pessoa é definida pela rotina que tem, a rotina é o codigo de barras humano
diz como você é, doque gosta e doque nao gosta. e assim copiamos mais uma linha do
nosso livro.
Algumas pessoas tem seu livro entreaberto e outras totalmente fechado mas ambas tem
o seu código de barras definido. Seus numeros e suas barras te definem como um todo...
Você pode tentar apagar as listras dos seus dias mas nao vai conseguir apagar oque foi feito
em anos. E não se apaga oque ja foi feito a unica coisa que se pode fazer é mudar oque há de vir
mude o seu presente, assim poderá alterar o seu código da vida.
O flautista pode interferir tocando belas canções no seu ouvido, e a flexa pode ser lançada com a intenção
de te matar... Mas quem se importa?! Afinal eles podem tentar te derrubar, mas lembre-se
eles só irão fazer o túnel escuro para você entrar, mas cabe somente a você a decisão de entrar nele ou não.
As peças juntas formam uma única imagem e essa imagem é a que você irá formar
no longo percurso de sua vida e a sua única duvida sobre ela vai ser: se ela vai ser uniforme ou não.
mas na cegueira busca-se o nada e encontramos as vezes tudo.
Mudamos constantemente nossos gostos e opiniões, mas raramente mudamos
a rotina ela é algo mais complexo em que não encontramos um jeito certo para sair dela.
Afinal, cada pessoa é definida pela rotina que tem, a rotina é o codigo de barras humano
diz como você é, doque gosta e doque nao gosta. e assim copiamos mais uma linha do
nosso livro.
Algumas pessoas tem seu livro entreaberto e outras totalmente fechado mas ambas tem
o seu código de barras definido. Seus numeros e suas barras te definem como um todo...
Você pode tentar apagar as listras dos seus dias mas nao vai conseguir apagar oque foi feito
em anos. E não se apaga oque ja foi feito a unica coisa que se pode fazer é mudar oque há de vir
mude o seu presente, assim poderá alterar o seu código da vida.
O flautista pode interferir tocando belas canções no seu ouvido, e a flexa pode ser lançada com a intenção
de te matar... Mas quem se importa?! Afinal eles podem tentar te derrubar, mas lembre-se
eles só irão fazer o túnel escuro para você entrar, mas cabe somente a você a decisão de entrar nele ou não.
As peças juntas formam uma única imagem e essa imagem é a que você irá formar
no longo percurso de sua vida e a sua única duvida sobre ela vai ser: se ela vai ser uniforme ou não.
domingo, 16 de maio de 2010
A canção dos apaixonados
Ele nunca se rendeu a tal sentimento forte e constante
não queria saber como era ou onde aquilo iria leva-lo.
Simplesmente ignorava-o, e dava o seu maximo
para escapar dele mesmo e conseguia.
Não se consegue sobreviver só neste lugar pois ele é
o extremo e nele muitos perdem a certeza doque eram e
doque são. E questionam suas própias ações, e pensamentos
como se eles o levasse mais e mais para dentro do abismo.
Ah, está preparado o arco e a flexa é lançada mais uma vez.
Ele cai em questionamento e encontra uma bela moça, tão bela,
e tão fascinante ele não sabe mais oque fazer a não ser tentar fugir disso.
Amanhã ele já estara perto de um precipicio, querendo fazer oque ninguém,
fez por ele.
Oh, eu morro por ela , mato e se possivel ainda nego quem sou para te-la ao meu lado.
Ele realmente já não é mais o mesmo, e ela rainha da beleza conseguio levar
o mais são dos homens a perdição... Mas será que ela realmente o ama?
Não cabe questionamentos neste texto, pois uma vez que ele caiu em sua beleza
nunca mais voltou a ser o mesmo de antes.
Ele estava cantando a canção dos apaixonados. Vivendo por este amor, só pra este amor.
E desta vez o flautista nada tem a ver com o rumo que ele está tomando, mas ele toca a sua flauta
em um ritmo doce. Não para consolar o pobre homem, mas para admirar a beleza e ousadia da mulher
que pôs aquele homem tão forte e tão seguro a perder.
Ah, doce canção leve compasso, com sonoridade baixa, porém muito forte para quem entender
a melodia da musica, as contradições que a musica trás com ela. A canção não é só bela e atraente,
ela tem um motivo para ser cantada, ela comemora a mais um que está preso a ela, hoje e amanhã
e assim até o resto de seus dias. Não se pode correr da canção pois ela está dentro dele, e toca
sempre quando a vê passar. Nunca irá acabar a canção dos apaixonados.
não queria saber como era ou onde aquilo iria leva-lo.
Simplesmente ignorava-o, e dava o seu maximo
para escapar dele mesmo e conseguia.
Não se consegue sobreviver só neste lugar pois ele é
o extremo e nele muitos perdem a certeza doque eram e
doque são. E questionam suas própias ações, e pensamentos
como se eles o levasse mais e mais para dentro do abismo.
Ah, está preparado o arco e a flexa é lançada mais uma vez.
Ele cai em questionamento e encontra uma bela moça, tão bela,
e tão fascinante ele não sabe mais oque fazer a não ser tentar fugir disso.
Amanhã ele já estara perto de um precipicio, querendo fazer oque ninguém,
fez por ele.
Oh, eu morro por ela , mato e se possivel ainda nego quem sou para te-la ao meu lado.
Ele realmente já não é mais o mesmo, e ela rainha da beleza conseguio levar
o mais são dos homens a perdição... Mas será que ela realmente o ama?
Não cabe questionamentos neste texto, pois uma vez que ele caiu em sua beleza
nunca mais voltou a ser o mesmo de antes.
Ele estava cantando a canção dos apaixonados. Vivendo por este amor, só pra este amor.
E desta vez o flautista nada tem a ver com o rumo que ele está tomando, mas ele toca a sua flauta
em um ritmo doce. Não para consolar o pobre homem, mas para admirar a beleza e ousadia da mulher
que pôs aquele homem tão forte e tão seguro a perder.
Ah, doce canção leve compasso, com sonoridade baixa, porém muito forte para quem entender
a melodia da musica, as contradições que a musica trás com ela. A canção não é só bela e atraente,
ela tem um motivo para ser cantada, ela comemora a mais um que está preso a ela, hoje e amanhã
e assim até o resto de seus dias. Não se pode correr da canção pois ela está dentro dele, e toca
sempre quando a vê passar. Nunca irá acabar a canção dos apaixonados.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
A canção dos desesperados
Custa acreditar que o desespero não é um sentimento tão irrelevante
afinal, muitos caem nele. por um impulso mal refletido.
mandem o mensageiro enviar a seguinte mensagem: Tudo está em seu devido lugar,
afinal estão todos separados e imensas são as confusões.
Preparem-se pois o flautista começou a tocar a canção dos desesperados, e estavam antes todos aflitos e pertubados; a canção os tornou ainda mais aflitos e pertubados doque já estavam antes, mas calma, que a canção é forte porém não marcante. Ao fechar os olhos percebemos já não haver mais nenhuma nota tocada, estamos fora de nosso própio mundo de confusão.
Lá, fora de nós mesmo podemos perceber como era grande o nosso desespero e como era fácil a sólução, percebemos que na grande e imensa extensão de pensamentos conturbados e aflitos tem um lugar separado, lá no canto para nós jogarmos todo desespero nele e sairmos de lá completamente leves.
O grande final não é ofuscado devido a beleza do palco onde estão todos os que estão atoando nesse imenso palco real, onde todos nós somos personagens de uma só história; e que essa mesma história é diferente de outras e outras histórias que são contadas. são todas diferentes porém, todas reais.
A flecha foi direcionada a um alvo incerto, sortudo aquele que conseguir se livrar dela. tudo está interligado. tire suas própias conclusões, arrisque seus própios palpites, demostre medo quando senti-lo porém enfrente-o se necessário. Limpe a sua mente e não se preocupe por algo tão insignificante, afinal toda doença e todo veneno tem cura, basta você querer encontra-la.
afinal, muitos caem nele. por um impulso mal refletido.
mandem o mensageiro enviar a seguinte mensagem: Tudo está em seu devido lugar,
afinal estão todos separados e imensas são as confusões.
Preparem-se pois o flautista começou a tocar a canção dos desesperados, e estavam antes todos aflitos e pertubados; a canção os tornou ainda mais aflitos e pertubados doque já estavam antes, mas calma, que a canção é forte porém não marcante. Ao fechar os olhos percebemos já não haver mais nenhuma nota tocada, estamos fora de nosso própio mundo de confusão.
Lá, fora de nós mesmo podemos perceber como era grande o nosso desespero e como era fácil a sólução, percebemos que na grande e imensa extensão de pensamentos conturbados e aflitos tem um lugar separado, lá no canto para nós jogarmos todo desespero nele e sairmos de lá completamente leves.
O grande final não é ofuscado devido a beleza do palco onde estão todos os que estão atoando nesse imenso palco real, onde todos nós somos personagens de uma só história; e que essa mesma história é diferente de outras e outras histórias que são contadas. são todas diferentes porém, todas reais.
A flecha foi direcionada a um alvo incerto, sortudo aquele que conseguir se livrar dela. tudo está interligado. tire suas própias conclusões, arrisque seus própios palpites, demostre medo quando senti-lo porém enfrente-o se necessário. Limpe a sua mente e não se preocupe por algo tão insignificante, afinal toda doença e todo veneno tem cura, basta você querer encontra-la.
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